Mananciais Paulistas como prioridade na agenda pública: identificação de áreas prioritárias

Atacar a origem dos problemas, e não remediá-los. Esse é o pressuposto do IDS ao ter a clareza de que a proteção das áreas de mananciais é uma ação estratégica e urgente em prol da segurança hídrica. A partir da parceria entre IDS e Universidade de São Paulo (USP), mais especialmente o Instituto de Energia e Ambiente (IEE) e o Laboratório de Geoprocessamento da Escola Politécnica (LabGeo/Poli), foram identificadas as áreas prioritárias para a segurança hídrica, indicando as necessidades em termos de ações de conservação da vegetação nativa e restauração florestal na Macrometrópole Paulista, território que ocupa 180 municípios e uma área de 52.000 km2, onde vivem 30,8 milhões de habitantes (75% da população estadual). A partir da metodologia científica de fragilidade ambiental foi possível identificar a necessidade de conservar mais de 645 mil hectares e restaurar mais de 575 mil hectares dentro dos sete sistemas de abastecimento dessa área (Cantareira, Paraíba do Sul, PCJ, Alto Tietê, Guarapiranga-Billings, Itupararanga e Alto Cotia).

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